As notáveis mudanças climáticas e no meio ambiente são consequências, em sua grande maioria, da ação humana. A construção civil, apesar de ser um dos setores mais importantes na economia, é também uma das que mais contribui para a degradação do meio ambiente, devido ao grande número de resíduos. De acordo com pesquisas, estima-se que mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelo conjunto das atividades humanas sejam provenientes da construção.
No mesmo compasso que as consequências ambientais se tornam perceptíveis, mudanças no segmento da construção civil são notadas. É que, em 2016, 192 empreendimentos brasileiros haviam sido registrados no United States Green Building Council – USGBC em busca da certificação. Ao mesmo passo que a demanda aumenta, empresas que oferecem alternativas sustentáveis também crescem.
Segundo o empresário Renato Las Casas, a percepção das pessoas em relação aos reflexos ambientais tem crescido junto com a globalização da informação. “Hoje em dia é possível ter mais noção dos reais impactos causados ao meio ambiente. Apesar de não ter como voltar no tempo e mudar o que foi feito, é possível adotar medidas para estancar e amenizar os problemas ambientais”, afirma. Ele, que é diretor comercial da empresa Ecogranito, trouxe ao Brasil um modelo de revestimento sustentável criado no Japão.
Apontado pelo Conselho Internacional da Construção – CIB, a indústria da construção é o setor de atividades humanas que mais consome recursos naturais e utiliza energia de forma intensiva, gerando impactos ambientais. Partindo deste princípio, o material desenvolvido pela Ecogranito – que leva o mesmo nome da empresa – é criado à base de resina acrílica aquosa e possui a mesma aparência do granito. De maneira oposta à rocha ornamental, o ecogranito não necessita da exploração de jazidas e do corte de rochas.
“O revestimento é uma das etapas da obra que mais demandam material. Sendo assim, a adoção de estratégias que preservam o meio ambiente torna-se tão importante”, aponta Las Casas. Além de não utilizarem o corte das rochas, o material é fixado com um produto específico, que funciona como se fosse uma cola, desta forma descarta-se a necessidade de areia e cimento para assentamento, como é usado nos casos de mármore e granito.
ECOGRANITO
A Ecogranito foi fundada em 2009 pelos investidores Las Casas & Cia e Hsieh Empire Participações. Juntos, trouxeram ao Brasil, a tecnologia japonesa, criada pelo Sr. Hiromichi Kano, para o desenvolvimento de revestimentos inteligentes.
Desde então, a Ecogranito desenvolve e produz texturas modernas, diferenciadoras e com aparência final surpreendentemente semelhante às rochas ornamentais. O revestimento Ecogranito oferece o que há de melhor quando o assunto é design, requinte, praticidade, baixo custo-benefício e sobretudo conservação ambiental.
A empresa está totalmente comprometida com o meio ambiente, por meio de aproveitamento de resíduos de granito e mármore, gerados na exploração de jazidas. Além de não cortar rochas, o aproveitamento desses resíduos diminui os impactos ambientais e gera sustentabilidade.
Diogo Afonso Leitão, aluno do Colégio Loyola, está entre os 30 semifinalistas do Breakthrough Junior Challenge, prêmio internacional de vídeos inovadores sobre o ensino de ciências
Radar do Futuro
Ensinar, em apenas três minutos e de forma criativa, agradável e precisa, conceitos complexos de física ou matemática. Esse foi o desafio aceito pelo aluno da 2ª Série do Ensino Médio do Loyola, Diogo Afonso Leitão, 16 anos, ao se inscrever no Breakthrough Junior Challenge, uma competição global de vídeos originais e inovadores destinada a estudantes de 13 a 18 anos.
O esforço do estudante deve ser valorizado especialmente no cenário de um País onde a ciência recebe pouca valorização. E, sem a ciência, as perspectivas podem ser sombrias para o futuro diante dos cortes sistemáticos de verbas para o desenvolvimento tecnológico e desenvolvimento de oportunidades.
Resultado do esforço pessoal, apoiado por professores e pela escola, o vídeo de Diogo, “Quantum Physics: The Nature of Matter”, foi selecionado para a semifinal da competição, integrando a lista de 30 trabalhos que se destacaram entre mais de 2,5 mil inscritos de todos os continentes. Esta é a terceira vez consecutiva que o participante brasileiro alcança essa fase da competição.
Apoio
Para criar o vídeo, o aluno contou com a orientação do professor de Física Patrick Bonnereau. Desde a definição e refinamento do tema até a edição final do vídeo, foram mais de sete meses de dedicação e cinco versões de roteiro. “Além de empolgado com a ciência, o Diogo é muito concentrado, cheio de iniciativa, criativo e apresenta habilidades de um comunicador nato, com apenas 16 anos. Acompanhá-lo nessa jornada foi uma honra. Trabalhamos por algo em que acreditamos, que é a divulgação da ciência; e o Diogo quer compartilhar com outros jovens o prazer que ele tem em aprender”, resume o professor.
O estudante que for classificado em 1º lugar no prêmio receberá uma bolsa de estudos no valor de US$ 250 mil, a escola de origem receberá US$100 mil para investimento nas instalações dos laboratórios de ciência, e o professor que inspirou o trabalho receberá US$50 mil. Chega à final o vídeo mais curtido, compartilhado ou avaliado com emoji, na página oficial do prêmio no Facebook, até o dia 20 de setembro. O escolhido pelo voto popular disputará o grande prêmio ao lado de mais cinco candidatos definidos pelo júri. O vencedor será anunciado em novembro.
O mundo dos vídeos sobre conceitos científicos não é estranho para Diogo. Em 2015, quando estava no 8º Ano, ele criou um canal de vídeos no YouTube para compartilhar curiosidades sobre ciências. O objetivo era “estimular as pessoas a buscarem o saber da ciência e fazer com que se apaixonem por ela”. Neste mesmo ano, recebeu o certificado de medalha de ouro na Copa Brasil de Matemática, Mangahigh.
Já em 2016, no 9º Ano, ele recebeu medalha de prata na segunda Copa Brasil de Matemática e foi finalista do Breakthrough Junior Challenge, ficando entre os 15 melhores desta competição global. Atualmente, o Portal da Ciência (https://www.youtube.com/channel/UC4iI8T1vfJuLDnHlAzBta1g), que conta com 57 mil inscritos e quase 2 milhões de visualizações, aborda temas de física, astronomia, matemática e até ciências políticas. “Escolho os temas baseado no quão complexos, relevantes e fascinantes eles são. Afinal, o espírito da ciência é desbravar o desconhecido, e são nos temas mais difíceis que se encontram as verdades mais surpreendentes.”
Diogo explica que a participação no Breakthrough Junior Challenge é uma oportunidade única para ampliar a popularização dos conhecimentos científicos. "Fico muito honrado por representar o Brasil, mas também decepcionado por ser o único. Isso é reflexo de uma desvalorização da ciência em nosso país. E, em minha concepção, não há desenvolvimento sem ciência e sem a democratização do conhecimento. Caso eu consiga esta bolsa de estudos, pretendo estudar Ciências Políticas nos EUA para, depois, retornar ao Brasil. Essa escolha se baseia no sonho de ajudar no desenvolvimento do país e, principalmente, na valorização da pesquisa e dos professores", esclarece o estudante de 16 anos.
Saiba mais
Criado em 2012 por meio da parceria entre Sergey Brin e Anne Wojcicki, Yuri e Julia Milner, além de Mark Zuckerberg e Priscilla Chan, o Breakthrough Prize é um prêmio anual para feitos relevantes nas áreas de ciências naturais, física e matemática. Em 2015, foi criado o Breakthrough Junior Challenge, a partir de recursos disponibilizados por Mark Zuckerberg (Silicon Valley Community Foundation) e pela Milner Global Foundation, com o objetivo de desenvolver o conhecimento dos jovens e promover a escolha de carreiras científicas, além de estimular a imaginação e o interesse do público em geral por conceitos fundamentais da ciência.
A estudante Hillary Diane Andales, de 18 anos, da cidade de Tacloban, nas Filipinas, foi a vencedora do ano passado, com um vídeo sobre a teoria da relatividade e a equivalência de referenciais. Hilary usará o dinheiro recebido para estudar física na universidade e deseja escrever mais sobre ciência, para despertar o interesse de leigos pelo assunto.
Em 2017, a competição recebeu mais de 11 mil inscrições válidas de 178 países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Índia, México, Canadá, Reino Unido, Austrália, China, Japão, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Tailândia, Turquia, Vietnam, Noruega, França, Israel e Peru. Entre os parceiros do prêmio estão a Khan Academy, a Cold Spring Harbor Laboratory (CSHL) e a National Geographic.
"Deep Learning com imagens - estado atual da tecnologia" é o tema o 4º Meetup de IA, que será realizado no próximo dia 26 de setembro, em Belo Horizonte. Representantes de duas empresas vão contar as suas experiências na área, que é uma sub-área da inteligência artificial.
Renato Correa, da Invent Vision, apresentará um Sistema de Visão desenvolvido para indústria que utiliza Deep Learning para detecção de falhas. Além disso, apresentará os atuais desafios e as perspectivas para o desenvolvimento de soluções de visão para fabricantes que utilizam técnicas de Machine Learning em geral.
Na outra palestra, o CEO da SVA Tech, Roberto Fernandino, avalia os impactos atuais da inteligência artificial nos nos dias de hoje, inclusive com uma uma abordagem sobre a disruptura que ocorre nas interseções das tecnologias. Também vai apresentar casos de uso reais usando visão computacional.
4º Meetup de IA Deep Learning com imagens - estado atual da tecnologia
quando: quarta-feira, 26 de setembro de 2018 19:00 até 21:00
Novidade implantada pela TIM Brasil demonstra que as visões de futuro da internet estão se tornando cada vez mais reais
Carlos Teixeira Jornalista - Radar do Futuro
"As Olimpíadas do Japão serão a grande vitrine global do salto exponencial da tecnologia na próxima década." A avaliação é de Marco Di Constanzo, diretor de Engenharia da TIM Brasil, para quem o público presencial e os telespectadores terão experiências inéditas nos estádios, nos locais de hospedagem, no transporte ou diante de aparelhos de televisão. Será o acesso a inovaçoes que tendem a ser comuns nos anos seguintes, em todos lugares do planeta.
Táxis sem motoristas, robôs tradutores, ruas solares e energia totalmente renovável serão algumas das inovações. A tecnologia terá dado um salto efetivamente amplo em decorrência da força e da velocidade de quinta geração das tecnologias 5G. Para o executivo Di Constanzo, a TIM Brasil, no mesmo ano de 2020, estará desenvolvendo os testes comerciais da tecnologia, para que ela seja adotada comercialmente no Brasil já no ano seguinte.
Na prática, a operadora vem intensificando os investimentos e o reposicionamento para garantir vantagens na corrida pela maior qualidade de atendimento aos consumidores. Líder em cobertura 4G no Brasil, ela disponibilizou o sistema Voice over LTE (VoLTE) em Belo Horizonte e 176 municípios mineiros. São 1500 cidades brasileiras com o salto tecnológico, com projeção de mais de 2 mil até o final do ano.
Agilidade da atualização
O serviço permite ligações de voz em alta definição pela rede de quarta geração. Para o consumidor, a implantação significa que a distância que separa as inovações entre o Brasil e outros cantos do mundo deve ser encurtada de forma mais rápida do que se imagina, mesmo com o cenário negativo do ambiente econômico interno.
Há, segundo Di Constanzo, a tendência de mudança das regras do jogo, em que o consumidor começa a ver de fato a adoção de novidades como vídeos de ultra qualidade, realidade virtual, internet das coisas, indústria 4.0 e aplicações de inteligência artificial no saúde.
A TIM Brasil destaca que a funcionalidade do VoLTE permite que as ligações, hoje realizadas por circuitos, evoluam para uma rede de dados, garantindo eficiência e estabilidade para o processo de comunicação e de interação dos usuários. Qualidade é, de fato, uma das vantagens da novidade, já que as ligações são realizadas em alta definição de voz, sem ruídos. Mesmo em um ambiente em que há pessoas conversando é possível ouvir bem outra pessoa pelo telefone.
Outros fatores importantes para o usuário são a navegação simultânea, utilizando o 4G e a redução do consumo de bateria, com duração até 35% maior em ligações de voz. Além disso, outro aspecto importante relacionado com o aumento da velocidade, o tempo de estabelecimento da ligação passa a ser quatro vezes mais rápido que o atual.
As inovações posicionam a TIM Brasil como concorrente de destaque no cenário da telefonia digital, onde algumas das previsões sobre o que seria o futuro já estão disponíveis. A acelerada expansão da rede 4G, que está disponível em mais de 3,1 mil municípios brasileiro, vem acompanhada da velocidade na prestação de serviços aos seus usuários.
A operadora foi a primeira a utilizar a agregação de três frequências -- 1800 MHz, 2600MHz e 700 MHz), inclusive em Minas Gerais, melhorando a navegação móvel de seus usuários. Hoje, mais de 80% do tráfego gerado nos smartphones dos clientes mineiros vem da tecnologia de quarta geração, que conta com uma velocidade mais alta e um tempo de resposta de dados mais curta.
Minha filha, Luiza Fernanda, tem 17 anos, adora animais e pretende fazer veterinária. É uma boa alternativa?
Luiza Fernanda deve encontrar um mercado promissor em 2025, quando se formar em medicina veterinária, como ela imagina hoje, enquanto se prepara para fazer o Enem em 2019. Em um cenário de revolução tecnológica e transformações gerais na sociedade do futuro, os especialistas no diagnóstico, monitoramento, tratamento ou pesquisa de doenças e lesões de animais, profissionais da especialidade tendem a conviver com o crescimento de demanda por seus serviços.
Em meados da próxima década, a profissão não deve sofrer impactos negativos dos avanços das tecnologias na geração de oportunidades de trabalho. Aliás, as inovações podem gerar, até lá, novos recursos para o acompanhamento da saúde dos bichos e prescrição de tratamentos.
Luiza Fernanda será favorecida por fatores econômicos e sociais, inclusive pelas mudanças demográficas, como o envelhecimento da população e redução do tamanho das famílias. Hoje, mesmo com uma crise geral, o segmento registra crescimento da demanda por conta das mudanças do perfil da população e por novos hábitos e interesses que envolvem a posse e o cuidado com os animais.
A medicina veterinária vem obtendo mudanças consideráveis em seu perfil de demanda. Os veterinários de 2018 são capazes de oferecer muitos serviços comparáveis aos cuidados de saúde para os seres humanos, incluindo procedimentos mais complicados, como tratamentos de câncer e transplantes de rim. E isto tende a evoluir. Por assim dizer, bichos vão preencher o espaço que no passado eram ocupados pelas crianças.
Processos industriais
É bom lembrar que nem tudo na medicina veterinária é “pet”. A atividade também é favorecida por demandas da área agroindustrial, ponto forte da economia brasileira. A futura profissional poderá se envolver em questões de saúde, alimentação e reprodução de rebanhos, segmento onde assume o papel de inspeção produção de alimentos de origem animal. A especialidade tem função estratégica na verificação do cumprimento das normas de higiene nas indústrias, a fim de evitar a transmissão de doenças para o ser humano.
Na indústria alimentícia, há oportunidades decorrentes da necessidade de controle dos processos de produção. Em qualquer indústria que use matéria-prima de origem animal, a presença do graduado é indispensável para fazer o controle das proteínas que serão consumidas. E o especialista pode atuar, ainda, na área de vendas de alimentos, remédios, vacinas e de outros artigos para animais.
Futuro da veterinária
Você entregaria o seu bichinho de estimação a um robô? A probabilidade de que a resposta seja totalmente majoritária pelo “não” só pode levar a uma conclusão: em 2025, quando Luiza Fernando pretende terminar o curso, o trabalho dos veterinários não será executado por máquinas inteligentes.
O componente humano da relação com o cliente será uma garantia de que as oportunidades existirão. Um estudo de Carl Benedikt Frey and Michael A. Osborne, dois pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, atesta que a profissão tem apenas 3,8% de chances de ser automatizável. Há uma necessidade evidente, também, da inteligência humana para avaliar detalhes do comportamento humano na relação com seus bichos.
Os pontos fracos da profissão, especialmente para quem imagina trabalhar exclusivamente com animais doméstico, estão associados ao fato de que a atividade não é essencial, apesar de importante. O valor do trabalho pode ser inacessível para grande parte da população, em uma situação de falta de empregos e de concentração de renda, que pode ocorrer no futuro. A demanda pelos serviços tende a continuar crescendo, mas a renda que será gerada para o pagamento pode ser reduzida, desvalorizando o profissional.
Impactos tecnológicos
A evolução tecnológica terá papel importante na evolução da medicina veterinária. A começar pelo uso de sistemas que vão agilizar os diagnósticos de doenças. Recursos disponíveis para humanos, como exames de sangue com resultados imediatos, tendem a ser transferidos para os consultórios veterinários.
A vida dos animais também será expandida, assim como as dos seres humanos. Chips poderão monitorar continuamente a saúde dos bichos. E próteses darão a oportunidade de recuperação de movimentos para os animais vítimas de acidentes. O cenário revela, então, que o especialista deverá estar aberto ao dominio de recursos tecnológicos para garantir espaço no mercado de trabalho.
Para especialistas do Fórum Econômico Mundial, os impactos das tecnologias serão expandidos
O comércio global está próximo do momento das grandes transformações decorrentes da introdução efetiva das tecnologias disruptivas. Aquelas mudanças capazes de substituir padrões antigos por novos. A avaliação é de Ziyang Fan e Cristian Rodriguez Chiffelle, especialistas e membros do Fórum Econômico Mundial, em texto publicado no site da organização.
Segundo eles, o mundo vive a etapa em que a combinação de diferentes tecnologias, em diferentes partes do ciclo de vida de adoção poderá mudar a forma como os recursos são alocados e a operação do comércio internacional. "Os governos e as empresas precisam entender as tendências atuais para se manterem à frente da curva", assinalam.
Com atenção voltada aos movimentos dos Estados Unidos e da China, o mundo parece alheio ao que está ocorrendo de fato no comércio internacional. O planeta gira enquanto a maior parte das discussões se concentra na ameaça de uma guerra comercial, nas tarifas e na saúde da ordem global de comércio.
Tecnologias disruptivas
"Embora extremamente importantes, essas conversas estão perdendo um lado mais brilhante do comércio internacional -- como as tecnologias inovadoras na Quarta Revolução Industrial estão transformando o comércio, tornando os processos mais inclusivos e eficientes", assinalam Ziyang Fan e Cristian Chiffelle.
Eles reconhecem que o impacto das tecnologias não é novo para o sistema de comércio global. A revolução da energia a vapor conectou o mundo como nunca antes. A invenção dos contêineres de transporte lançou as bases para a globalização. Mais recentemente, tecnologias como o reconhecimento óptico de caracteres (OCR), aplicado à leitura de números de contêineres, identificação por radiofrequência (RFID) e códigos QR, para identificar e rastrear remessas e digitalização básica de documentos comerciais, melhoraram a confiabilidade e a eficiência do comércio internacional.
Há contradições pelo caminho. Persistem ainda acordos comerciais escritos no passado, transações vinculadas a grandes quantidades de papel e o financiamento que ainda depende de métodos bancários tradicionais. Ou seja, o sistema de comércio global não conseguiu tirar proveito das tecnologias de ponta, que poderiam tornar o comércio mais eficiente, mais inclusivo e menos oneroso.
Tecnologias em destaque
A partir de estudos realizados no Fórum Econômico Mundial, Ziyang Fan e Cristian Rodriguez Chiffelle fizeram uma lista de cinco tecnologias que vão mudar profundamente o comércio global nos próximos anos. Confira abaixo:
1. blockchain
As tecnologias de blockchain podem ter um tremendo impacto na cadeia de fornecimento do comércio global . Organizações comerciais como a Câmara de Comércio e Indústria de Dubai lançaram uma iniciativa para alavancar a tecnologia blockchain para tratar de questões relacionadas ao tema, como altos custos de operações e falta de transparência e segurança.
Além de tornar a movimentação de mercadorias mais eficiente e confiável, as soluções baseadas em blockchain estão alterando o sistema de financiamento do comércio mundial. Por exemplo, a tecnologia de blocos está sendo usada para simplificar o longo e tedioso processo de obtenção de uma Carta de Crédito (LoC, da sigla em inglês), um mecanismo de pagamento usado no comércio internacional.
A Deloitte ajudou um banco indiano do setor privado a reprojetar sua emissão de LoC ao desenvolver uma solução blockchain que reduziu o tempo de emissão de 20 a 30 dias para horas. Em outros casos, empresas como a Skuchain estão facilitando o acesso à LoC ao mesmo tempo em que fornece rastreamento em tempo real de bens e financiamento de estoque, o que agiliza as transações e permite que financiadores forneçam apoio de capital de giro a todos os parceiros da cadeia de fornecimento ao menor custo de capital.
2. Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina
A Inteligência Artificial e o Aprendizado de Máquina podem ser usados para otimizar as rotas de envio comercial, gerenciar o tráfego de embarcações e caminhões nos portos. Também para traduzir as consultas de pesquisa de comércio eletrônico de um idioma para outro.
Mais do que ganhos de eficiência e melhores serviços ao consumidor, a inteligência artificial também está sendo usada para tornar o comércio global sustentável. Por exemplo, o Google lançou o Global Fishing Watch em 2016, uma ferramenta em tempo real que usa o aprendizado de máquina para combater a pesca ilegal, fornecendo uma visão global das atividades de pesca comercial com base nos movimentos de navios e dados de satélite. Pode ser usado por governos e outras organizações para identificar comportamentos suspeitos e desenvolver políticas sustentáveis.
3. Serviços de negociação através de plataformas digitais
É cada vez mais fácil negociar serviços on-line. Plataformas digitais como o Upwork permitem que os usuários encontrem provedores de serviços de todo o mundo para uma ampla gama de serviços e possam encontrar desde um desenvolvedor web na Sérvia até um contador no Paquistão assistente nas Filipinas.
Enquanto isso, startups como a plataforma internacional de aprendizagem VIPKID emparelham educadores americanos com crianças chinesas para ensinar inglês online. Essas plataformas digitais conectam perfeitamente os clientes aos provedores de serviços, de uma maneira que não era possível antes, quando esses serviços profissionais eram entregues principalmente em pessoa.
4. impressão 3D
O júri ainda está fora do impacto da impressão 3D no comércio global. Há estudos que prevêem que, uma vez que a impressão 3D de alta velocidade seja adotada em massa e barata o suficiente, o comércio global pode diminuir em até 25%, já que a impressão 3D exige menos mão de obra e reduz as necessidades de importação.
Outros argumentam que tais visões são otimistas demais e não levam em conta a complexidade e a realidade da manufatura em massa.Independentemente das posições, o impacto da impressão 3D no comércio global é real, especialmente à medida que métodos mais rápidos e baratos de impressão 3D se tornam disponíveis.
5. Pagamentos móveis
Do Apply Pay ao Alipay para o M-Pesa, os pagamentos móveis estão transformando a maneira como vivemos e conectando mais pessoas às oportunidades de mercado. De acordo com o Banco de Dados de Inclusão Global do Banco Mundial , o número de pessoas que obtiveram acesso a contas bancárias aumentou 20% entre 2011 e 2014. As contas em dispositivos móveis foram um grande impulso para a inclusão financeira, especialmente nas economias emergentes.
Por exemplo, na África Subsaariana, 12% dos adultos (64 milhões de adultos) têm contas celulares (em comparação com apenas 2% em todo o mundo), e 45% deles têm exclusivamente a na internet. À medida que a população recém-depositada se conecta a pagamentos móveis, será muito mais fácil para eles participar do comércio global, seja como consumidores ou empresas.
Desafios de governança
Deve-se notar que essas tecnologias também apresentam difíceis desafios de governança, tanto doméstica quanto transnacional. Da falta de estrutura de governança aos requisitos incompatíveis de licenciamento e tributação, a acordos comerciais desatualizados, não é possível simplesmente supor que essas tecnologias criarão raízes e darão frutos automaticamente.
As partes interessadas, tanto dos setores públicos quanto privados, devem trabalhar em conjunto para estabelecer a estrutura e promover o ambiente para que essas novas tecnologias liberem seu potencial positivo, enquanto mitigam os possíveis danos. Em particular, as partes interessadas devem adotar a abordagem de governança ágil com múltiplas partes interessadas e centrada no ser humano para permitir espaço para experimentação e para obter informações de um conjunto diversificado de participantes.
Além disso, na ausência de um padrão global, os órgãos regionais devem se encarregar e liderar os esforços para harmonizar as regras regionais em questões como fluxo de dados, licenciamento e tributação.
As inovações tecnológicas oferecem um futuro estimulante para o comércio internacional entre as incertezas de hoje. "Com a abordagem governamental correta, essas inovações darão início a um crescimento comercial mais inclusivo e eficiente nos próximos anos", dizem os autores.
Segundo a projeção do IBGE, o crescimento populacional foi de 0,82% de 2017 para 2018
Nielmar Oliveira Repórter da Agência Brasil
A população brasileira é de 208.494.900 habitantes, espalhados pelos 5.570 municípios do país, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa é referente a 1º de julho e mostra crescimento populacional de 0,82% de 2017 para 2018. No ano passado, o Brasil tinha 207.660.929 habitantes.
Segundo as informações já publicadas no Diário Oficial da União (DOU), o município de São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 12,2 milhões de habitantes, seguido do Rio de Janeiro (6,7 milhões de habitantes), de Brasília e de Salvador, com cerca de 3 milhões de habitantes cada.
De acordo com a divulgação, 17 municípios brasileiros concentram população superior a 1 milhão de pessoas e juntos somam 45,7 milhões de habitantes ou 21,9% da população do Brasil.
Serra da Saudade, em Minas Gerais, é o município brasileiro de menor população, 786 habitantes, seguido de Borá (SP), com 836 habitantes, e Araguainha (MT), com 956 habitantes.
Estados
Os três estados mais populosos estão na Região Sudeste, enquanto os cinco menos populosos, na Região Norte. O mais populoso é o de São Paulo, com 45,5 milhões de habitantes, concentrando 21,8% da população do país. Roraima é o menos populoso, com 576,6 mil habitantes, apenas 0,3% da população total.
As estimativas da população residente para os municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2018, foram calculadas com base na Projeção de População (Revisão 2018) divulgada no último dia 27 de julho pelo IBGE.
Estudo incluiu imigrantes venezuelanos no estado de Roraima - Marcelo Camargo/Agência Brasil
Segundo o instituto, essa revisão incorporou os imigrantes venezuelanos no estado de Roraima, dos quais 99% estavam concentrados nos municípios de Boa Vista e Pacaraima.
As estimativas populacionais municipais são um dos parâmetros usados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos.
Regiões metropolitanas
Entre as regiões metropolitanas e Regiões Integradas de Desenvolvimento (Rides), a de São Paulo é a mais populosa, com 21,6 milhões de habitantes, seguida do Rio de Janeiro (12,7 milhões de habitantes), de Belo Horizonte (5,9 milhões de habitantes) e da Região Integrada de Desenvolvimento (Ride) do Distrito Federal e Entorno, com 4,3 milhões de habitantes.
Ainda entre as regiões metropolitanas ou Rides, 28 têm população superior a 1 milhão de habitantes e somam 98,7 milhões de habitantes, representando 47,3% da população total. O conjunto das 27 capitais totaliza 49,7 milhões de habitantes, reunindo 23,8% da população do país.
Há várias gerações a agricultura orgânica está presente na rotina da família da paraibana Maria Alves, de 65 anos, uma das coordenadoras de um movimento de produção regional na Grande São Paulo. O exemplo veio da avó que viveu mais de 100 anos e dedicou-se à agricultura.
“Eu vivi sempre na agricultura. Com 7 anos, eu já ajudava meu pai. Em família de agricultores, os filhos já começam muito cedo a trabalhar. Minha avó viveu 101 anos, sempre na agricultura, foi uma mulher que enfrentou muitas coisas, mas ela criou os filhos dela e era uma mulher feliz”, disse Maria Alves.
No ano passado, o setor de orgânicos, incluindo alimentos – in natura e industrializados –, cosméticos e têxtil, faturou R$ 3,5 bilhões apenas no mercado nacional, de acordo com dados do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis). Em 2016, o faturamento foi R$ 3 bilhões. No primeiro ano do levantamento, em 2010, o setor havia faturado R$ 500 milhões.
Dados
Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, atualmente são 17.075 registros de entidades produtoras de orgânicos no país, das quais cerca de 70% dos produtores são de agricultura familiar.
Em 2013, eram apenas 6.700 registros. O último censo do setor, de 2006, mostra ainda que a agricultura familiar participava com 30% do valor bruto da produção agrícola e agropecuária no Brasil, o que representava em torno de R$ 12 bilhões, segundo dados do ministério.
Existem dois tipos de certificação para produtores orgânicos. O ministério tem, atualmente, oito certificadoras credenciadas que fazem a fiscalização das propriedades e assumem a responsabilidade pelo uso do selo brasileiro.
Há também os Sistemas Participativos de Garantia (SPG), em que grupos formados por produtores, consumidores, técnicos e pesquisadores se certificam, ou seja, estabelecem procedimentos de verificação das normas de produção orgânica daqueles produtores que compõem o sistema. Tanto as certificadoras quanto os SPG precisam ser credenciados no Ministério da Agricultura.
Qualidade
Para a agricultora Maria Alves, a importância da produção orgânica está em preservar a terra, oferecer alimentação de qualidade à sociedade e cuidar da própria saúde ao não utilizar agrotóxicos e ainda produzir no modelo chamado agroecológico com respeito à biodiversidade e aos ciclos biológicos.
“Isso é segurança alimentar, mas ainda não temos soberania porque a pequena agricultura também precisa de incentivos, de ciência, de técnicas de apoio para podermos ampliar. É bom que todo mundo coma bem, por que não?”, reagiu.
Armazém do Campo vende produtos orgânicos, em Campos Elísios, região central de São Paulo - Rovena Rosa/Agência Brasil
Integrante de uma ação coletiva de produção regional com membros do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Maria Alves defende que o princípio econômico que rege a produção agrícola é o do “lucro ótimo” e, não do “lucro máximo”.
“A pequena agricultura [familiar] tem a diversidade, é normal você ter um pedacinho de terra e ali você ter um galinheiro, uma criação de pequenos animais, uma horta, um pomar, é diversidade. Você já ouviu falar que pequeno produtor ficou rico plantando? A ideia não é o lucro máximo, a gente tem que pensar no lucro ótimo: eu tiro meu sustento, eu consumo aquilo que eu planto com segurança e o excedente eu comercializo com segurança também porque você vem adquirindo consciência”, disse.
Preço
Maria Alves discorda da supervalorização dos produtos orgânicos em relação ao preço que é comercializado nos supermercados. “O certo não é ter um produto para ganhar muito dinheiro, esse produto vai para as mesas, vamos fazer um preço que as pessoas tenham acesso. Produzir com qualidade, talvez não com quantidade, porque quando você pensa em quantidade você vai explorar ou o homem ou a terra. Não pode ser um projeto de exploração e recursos", disse.Edição: Carolina Pimentel Tags: PRODUTOS ORGÂNICOS
Aluno de Eletrônica do Senai Nathan Martins Pacífico é o vencedor da seletiva para competição internacional na Rússia em 2019
Radar do Futuro
O mineiro Nathan Martins Pacífico levou para casa o pódio da ocupação Eletrônica e a chance de representar o Brasil na maior competição profissional do mundo: a WorldSkills. Promovido pela Internacional Vocation Training Organization (IVTO), o evento é realizado a cada dois anos, desde 1950. Tem o objetivo de promover o intercâmbio entre jovens profissionais de vários países e propiciar a troca de habilidades, experiências e inovações tecnológicas.
Os jovens profissionais que competem neste torneio são selecionados por seus respectivos países. Além de participarem apenas uma vez desse torneio, os competidores escolhidos devem ter, no máximo, 22 anos de idade.
Ao comemorar o resultado, Nathan Pacífico reconheceu a importância do apoio recebido. Ele concorreu com 49 jovens representando Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. A seletiva foi realizada foi realizada de 19 a 24 de agosto no Senai Cetel.
Além de Natan, mais dois competidores subiram ao pódio: Wellinthon da Silveira Kiiller, do Paraná, com a medalha de Prata e Iury Goulart Collares, do Rio Grande do Sul, com o Bronze. "Para além da vitória, o que fica de legado de se participar de uma competição como essa é o aprendizado de força e perseverança", comenta Edmar Alcântara, gerente de Educação Profissional do Senai MG.
Os primeiros lugares passarão por um ano de treinamento Top One, antes de integrarem a delegação brasileira que irá para Kazan, Rússia, em agosto de 2019. O desempenho deles que decidirá a participação na WorldSkills.
“Eles ainda têm um ano de treinamento e só depende deles a classificação”, conta Paula Elizabeth Corrêa Alves Gomes, coordenadora da equipe mineira. "O futuro de vocês é agora. Em breve vocês serão educadores, empreendedores e o que mais desejarem e esse futuro começa aqui", afirmou Cláudio Marcassa, diretor regional do Senai MG.
Com informações da Assessoria de Comunicação da Fiemg
Estudo do Diap confirma a perspectiva de baixa renovação do número de parlamentares
Ana Cristina Campos Agência Brasil
Estudo do Departamento Intersindical de Assessoria Paralamentar (Diap) mostra que 79% dos 513 deputados federais tentarão a reeleição em outubro. Projeção da entidade aponta que 75% deles devem se reeleger. O levantamento foi feito com base após o registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com o Diap, o número de candidatos à reeleição (407) na Câmara ficou um pouco abaixo da média dos últimos sete pleitos (408), porém maior que na eleição de 2014, quando 387 tentaram renovar seus mandatos.
Dos 106 que não vão se recandidatar para a Câmara, 31 não vão concorrer a nenhum cargo neste pleito e 75 disputam outros cargos. Destes, 40 concorrem ao Senado; 11 são candidatos a vice-governador; nove disputam o governo do estado; sete tentam vaga de deputado estadual; seis são suplentes de candidatos ao Senado; e dois são candidatos à Presidência da República.
Na avaliação do analista político Neuriberg Dias, um dos autores do levantamento, a expectativa e o sentimento da população por renovação na Casa serão “frustrados”neste pleito.
Segundo Neuriberg Dias, o alto índice dos que vão tentar novo mandato com a continuidade dos grupos políticos (bancada rural, empresarial, evangélica, da bala e de parentes) que já estão no poder traz o risco de que a próxima composição da Câmara seja mais conservadora que a atual. “O perfil do Congresso Nacional será mantido. Esses grupos detêm muitos seguidores e pode ter até retrocesso”, disse o analista político.
Além de emendas parlamentares, os que estão se recandidatando têm outras vantagens em relação a um novo candidato: nome e número conhecidos, bases eleitorais consolidadas, cabos eleitorais fiéis, acesso mais fácil aos veículos de comunicação, estrutura de campanha, com gabinete e pessoal à disposição, em Brasília e no estado.
O levantamento também indica que as mudanças na legislação que reduziram o tempo de campanha de 90 para 45 dias e do período eleitoral gratuito de 45 para 35 dias são outros dos motivos para a baixa renovação da Câmara.
“As mudanças na legislação eleitoral com a criação do fundo eleitoral e a janela partidária (período no qual foi permitida a troca de partido sem perda de mandato) permitiram aos deputados e senadores negociarem melhores condições na disputa da reeleição, como prioridade no horário eleitoral e na destinação dos recursos do fundo eleitoral”, avalia o Diap.
A concorrência com o e-commerce está fazendo lojistas repensarem seus pontos de venda (PDV). O desafio de ter lojas eficientes e lucrativas será tema de palestra gratuita da próxima edição da Terça do Varejo. O encontro será no dia 21 de agosto, às 19 horas no Sebrae Lab (Av. Barão Homem de Melo, 329, bairro Nova Granada, BH). Inscrições podem ser feitas no sitewww.sebrae.com.br/minasgerais
A palestra "Lucre mais vendendo experiências inesquecíveis - a importância da experiência no ponto de venda para construção da marca e aumento nas vendas" será ministrada pela arquiteta Estela Netto. Com vasta experiência em arquitetura empresarial, Estela afirma que o jeito de consumir está muito mais ligado à experiência do que à necessidade. "O ato de comprar é muito mais emocional que racional", diz.
Por isso, a importância de os empresários pensarem bem seus negócios, como querem ser vistos por seus clientes e cuidarem de seus pontos de venda de forma a transmitir os atributos da marca. A arquitetura tem um impacto visual grande e ajuda o cliente a fazer uma imersão no universo do negócio, da marca. "Não dá mais para simplesmente expor produtos. O empresário tem que convidar o cliente a sentir, a experimentar", diz Estela. Para a arquiteta, a maioria das empresas ainda minimiza a importância dos PDVs para aumentar as vendar.
Terça do varejo
Lucre mais vendendo experiências inesquecíveis - A importância da experiência no ponto de venda na construção da marca e aumento nas vendas
Data: 21 de agosto Horário: 19h às 21h Local: Sebraelab Endereço: Avenida Barão Homem de Melo, 329 - Nova Granada - Belo Horizonte/MG
Participantes presenciais: 40 no máximo Informações: (31)3379-9174