Quatro empresas de telecomunicações vão dominar, nos próximos anos, o mercado de TV por assinatura. Segundo o Alexandre Annenberg, presidente da ABTA, entidade do setor, a Oi, a Telmex - resultado da união entre Net e Embratel, Telefonica e GVT/Vivendi serão os "quatro monstros" do setor.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Distribuição de renda melhor amplia o tamanho da classe média
A classe média continuará a expandir nos próximos anos, de acordo com a publicação Economia Brasileira em Perspectiva produzida pelo Ministério da Fazenda. Entre 2008 e 2010, a estimativa da equipe econômica é que a classe C cresça 21,5%.
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Ministério da Fazenda projeta crescimento acima de 5% até 2014
O Ministério da Fazenda estima crescimento econômico médio de 5,7% ao ano, a partir de agora. A perspectiva é que esse crescimento se mantenha até 2014.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Estatísticas sobre medicina
2% da população brasileira tem epilepsia
80% deles precisa apenas de medicamentos
80% deles precisa apenas de medicamentos
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Indicadores da produção mundial de algodão
Projeções das indústrias têxteis
Expansão anual média do consumo mundial de fibras têxteis
2010 - 4%, atingindo 70 milhões de tonelada
2020 - 2,8% por ano para atingir 87 milhões de toneladas
Projeção - consumo mundial de algodão
2010 - Taxa anual média de 2%, atingindo 26,7 milhões de toneladas em 2010
2020 - 32 milhões de toneladas.
Redução da participação do algodão no mercado de têxteis
Redução das taxas de crescimento do consumo mundial de fibras têxteis
influência
Redução da taxa de crescimento da economia mundial
Redução da taxa de crescimento da população mundial
Entre 2000 e 2005 a taxa média de crescimento do consumo de fibras foi de 3,8%
Expansão anual média do consumo mundial de fibras têxteis
2010 - 4%, atingindo 70 milhões de tonelada
2020 - 2,8% por ano para atingir 87 milhões de toneladas
Projeção - consumo mundial de algodão
2010 - Taxa anual média de 2%, atingindo 26,7 milhões de toneladas em 2010
2020 - 32 milhões de toneladas.
Redução da participação do algodão no mercado de têxteis
Redução das taxas de crescimento do consumo mundial de fibras têxteis
influência
Redução da taxa de crescimento da economia mundial
Redução da taxa de crescimento da população mundial
Entre 2000 e 2005 a taxa média de crescimento do consumo de fibras foi de 3,8%
Algodão enfrenta a concorrência de fibras químicas No início do século XX, o algodão teve uma quota de mercado dominante no mercado têxtil. No início do século XXI, o algodão é uma das muitas fibras disponíveis e foi ultrapassado pelo poliéster O consumo per capita de algodão tem sido quase constante desde 1960, enquanto o consumo total de fibras têxteis per capita mais que dobrou O consumo mundial de todas as fibras têxteis, como algodão, fibras químicas e lã, aumentaram a um ritmo impressionante, de 9,6 milhões de toneladas em 1950 para 56 milhões de toneladas em 2004. O algodão compete com fibras naturais e fibras químicas, principalmente o poliéster. A participação de mercado do algodão que era de mais de 70% nos anos 1950 caiu para menos de 50% no final dos anos 1970. O mercado de algodão teve melhor desempenho nos anos 1980. Em 2005, a participação de mercado do algodão caiu para cerca de 40% Fonte: ICAC Comparação: algodão x fibras químicas principais vantagens do algodão conforto de utilização aparência natural absorção de umidade recurso renovável importância econômica do algodão em muitos países produtores desvantagens contaminação introduzida durante as colheitas descaroçamento manipulação na quantidade e qualidade da produção variabilidade de preços O algodão também tem dificuldade em satisfazer as necessidades dos modernos equipamentos de fiação para a força, uniformidade e outros parâmetros de qualidade. O algodão experimentou um renascimento em uso durante 2004 e 2005, relacionadas com os preços mais baixos, e partes de algodão de uso de fibras aumentou para acima de 40% em 2005. No entanto, a mais de algodão, o prazo deve continuar a perder quota de mercado. |
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Pesquisa diz que brasileiro é otimista, batalhador e com autoestima elevada
Ao contrário do defendido por vários estudiosos do passado, o Brasil possui uma identidade nacional consolidada, expressa em opiniões coesas entre os diferentes perfis socioeconômicos, que identificam características típicas dos brasileiros. É o que revela o Projeto Brasilidade, primeiro da série Estudos da República, desenvolvido pela República – Opinião dos Brasileiros, empresa de pesquisa de opinião pública.
Municípios maiores concentram a renda do País
Apenas 56 cidades do Brasil, que formam o grupo do 1% mais rico, detêm 47% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) brasileiro. Na ponta contrária, as 40% mais pobres, ou 2.226 municípios, ficam com apenas 4,7% das riquezas.
Brasília é o retrato da desigualdade social que existe em todo o país, diz sociólogo
Gilberto Costa
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Uma análise publicada no final do mês passado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir dos dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad) e das contas nacionais e regionais, mostra que, em praticamente todas unidades da Federação, ficou menor a distância entre os pobres e os ricos, entre 1995 e 2008.
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Uma análise publicada no final do mês passado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir dos dados da Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (Pnad) e das contas nacionais e regionais, mostra que, em praticamente todas unidades da Federação, ficou menor a distância entre os pobres e os ricos, entre 1995 e 2008.
Empresas investem para atender turistas da classe C e D
Vinicius Konchinski
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Caixa Econômica Federal assinou convênio com a Carrefour Turismo para que clientes da rede de supermercados tenham acesso a uma linha especial de crédito para compra de passagem ou pacotes. O acordo é mais um que o banco fecha com empresas do ramo turístico com o objetivo de atrair pessoas das classes C e D.
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – A Caixa Econômica Federal assinou convênio com a Carrefour Turismo para que clientes da rede de supermercados tenham acesso a uma linha especial de crédito para compra de passagem ou pacotes. O acordo é mais um que o banco fecha com empresas do ramo turístico com o objetivo de atrair pessoas das classes C e D.
Apenas 5% tem TV de alta definição
Pesquisa realizada em março pelo Ibope mostra que apenas 5% dos moradores das 11 maiores metrópoles brasileiras já têm acesso à TV de alta definição (HDTV). A pesquisa revela também 67% dos telespectadores conhecem a nova tecnologia, lançada no Brasil no final de 2007.
Celulares terão carregador universal de baterias
Os telefones celulares vendidos na União Europeia (UE) a partir de 2011 deverão funcionar com o mesmo carregador universal informou nesta sexta-feira (30) a Comissão Europeia. O desenvolvimento de normas técnicas para garantir a compatibilidade e a segurança dos novos carregadores avança bem", assinalou um porta-voz do executivo comunitário.
Operadores de telecomunicações preferem focar em fornecimento de banda
Maioria das operadoras de telecomunicações na América Latina pretende continuar focada exclusivamente no fornecimento de banda, diz estudo.
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domingo, 12 de setembro de 2010
Igrejas pentecostais revertem o conformismo católico nos negócios
Nos próximos anos, parcela significativa da classe média e de representantes da população de alta renda vai migrar para as igrejas pentecostais. Nas áreas nobres das grandes cidades, hotéis e espaços de eventos recebem os cultos, frequentados por executivos, profissionais liberais e empresários.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Não há solução mágica para conter o avanço das drogas no Brasil, afirma especialista
Daniella Jinkings
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O avanço da violência, motivado principalmente pelo tráfico e o consumo de drogas, faz crescer o número de brasileiros que integram às tristes estatísticas sobre a criminalidade. De acordo com o coordenador do Centro de Estudos de Segurança Pública da PUC Minas, Luiz Flavio Sapori, não há uma solução mágica para acabar com o avanço de substâncias ilícitas no país.
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O avanço da violência, motivado principalmente pelo tráfico e o consumo de drogas, faz crescer o número de brasileiros que integram às tristes estatísticas sobre a criminalidade. De acordo com o coordenador do Centro de Estudos de Segurança Pública da PUC Minas, Luiz Flavio Sapori, não há uma solução mágica para acabar com o avanço de substâncias ilícitas no país.
domingo, 5 de setembro de 2010
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