quarta-feira, 10 de junho de 2015

Catho adota a inteligência artificial para a contratação de profissionais

Para uma pessoa que preze muito trabalhar perto de casa, por exemplo, o sistema da Catho irá sugerir vagas de empresas próximas à residência. Assim, a escolha de vagas se torna mais eficiente, unindo as necessidades de ambos. 

Redação
Radar do Futuro

Pronta para dar saltos exponenciais, a inteligência artificial ganha a atenção adicional do setor de recursos humanos. Mais exatamente, a Catho, empresa tradicional no mercado de contratação de profissionais, recorre à evolução das tecnologias de gestão de informações para aumentar a eficiência em processos de aproximação entre oferta e procura.

"Os algoritmos combinam o perfil da vaga com aquele candidato que mais se adapta e vice versa", assinala a empresa, graças ao reconhecimento de que, com o passar dos anos, a ciência da computação traz avanços que tendem a ser absorvidos pelas diversas áreas.  A empresa se beneficia do desenvolvimento de enormes bancos de dados e códigos cada vez mais precisos, que auxiliam cada vez mais a humanidade a resolver diversas dificuldades. A inteligência artificial aos poucos vem aparecendo no dia a dia, e mais recentemente, recebeu espaço no serviço de contratações de profissionais.

Para uma pessoa que preze muito trabalhar perto de casa, por exemplo, o sistema da Catho irá sugerir vagas de empresas próximas à residência. Assim, a escolha de vagas se torna mais eficiente, unindo as necessidades de ambos. Mas não para por aí; todo comportamento do usuário dentro do sistema da Catho é avaliado para a melhor sugestão de vaga compatível com suas preferências.

A Inteligência Artificial por trás do sistema Catho, funciona com uma combinação de algoritmos. “Os algoritmos têm autonomia para crescer por conta própria, obtendo cada vez mais exatidão nas escolhas. Primeiramente, o sistema analisa o perfil dos usuários, depois os divide entre dois grandes grupos: a Filtragem Contextual e a Filtragem Colaborativa”, explica Murilo Lopes, gerente de Produtos da Catho.

A Filtragem Contextual utiliza o perfil do candidato e as descrições das vagas como base. Por meio de uma tecnologia conhecida como Machine Learning, os códigos da Catho aprendem a classificar as preferências dos assinantes e passam a sugerir propostas que mais parecem agradá-los, de forma totalmente exclusiva para cada pessoa. Com esta filtragem é possível encontrar as semelhanças entre as habilidades do candidato e os pré-requisitos para a vaga.

Já a Filtragem Colaborativa se baseia no comportamento do usuário no próprio site. O algoritmo analisa a satisfação (ou não) de uma vaga e também o histórico de buscas e visualizações. Dessa maneira, os usuários recebem notificações de vagas que outras pessoas com padrões parecidos se interessaram.

Depois de implantada a Inteligência Artificial, a Catho obteve números bastante positivos. “Houve um crescimento de mais de 200% nos envios de currículos e no contato por parte dos recrutadores”, conta Lopes. A aceitação das sugestões de vagas por meio do sistema inteligente mais que dobrou desde antes da nova implementação, antigamente o número representava 8% das aplicações do site, hoje este número chegou a 16,3%.

Com informações da assessoria de imprensa 
FSB.com.br

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